Ouvidos de Diletante é um programa de jazz que se afasta da erudição engessada para abraçar a escuta sensível, curiosa e apaixonada. Ancorado em New York, berço e encruzilhada histórica do jazz, o programa propõe uma viagem sonora guiada não pelo academicismo, mas pelo prazer de ouvir, descobrir e sentir.
No comando está o locutor Douto, um diletante assumido: alguém que transita pelo jazz com respeito, profundidade e liberdade, conectando histórias, discos, músicos e atmosferas sem a obrigação de explicar tudo — mas com o cuidado de contextualizar o essencial.
O programa parte da ideia de que o jazz não exige credenciais, apenas escuta atenta. “Ouvidos de Diletante” valoriza:
a experiência subjetiva do ouvinte
o improviso como linguagem universal
o jazz como narrativa cultural, urbana e humana
Aqui, o erro é parte do caminho, a surpresa é bem-vinda e o silêncio também comunica.
Clássicos do jazz tradicional e moderno
Gravações raras e takes alternativos
Artistas consagrados e vozes marginais
Conexões entre jazz, literatura, cinema e cidade
Comentários breves, elegantes e provocativos do locutor Douto
Tudo costurado com referências diretas da cena nova-iorquina — clubes, ruas, épocas e histórias que ecoam nos discos.
A fala é calma, culta e acessível, com vocabulário refinado, mas sem pedantismo. O tom é de conversa noturna: íntimo, reflexivo, às vezes irônico. O locutor não ensina — compartilha.
Amantes de jazz em todos os níveis
Ouvintes curiosos em busca de novas escutas
Pessoas interessadas em música, cultura e cidade
Quem prefere sentir antes de classificar
Ouvidos de Diletante não é um curso.
Não é um guia definitivo.
É um convite.
Um programa para quem acredita que, no jazz, ouvir bem é mais importante do que saber muito — e que até um diletante pode escutar como um iniciado.
Martini Batido, Não Mexido é um programa musical que se afasta do tango cristalizado em museu para abraçar a escuta viva, noturna e emocional. Ancorado em Buenos Aires, cidade onde a música nasce da rua e volta para ela transformada, o programa propõe uma travessia sonora guiada não pela nostalgia fácil, mas pela intensidade de sentir.
No comando está a locutora Correntina, uma voz que conduz sem impor: alguém que percorre o tango e os boleiros com intimidade, elegância e entrega, conectando canções, intérpretes, histórias e atmosferas sem a necessidade de explicar o amor — apenas de apresentá-lo em sua forma mais honesta.
O programa parte da ideia de que o tango não precisa ser decifrado, apenas vivido.
Martini Batido, Não Mexido valoriza:
a emoção direta e sem filtros
a canção como memória afetiva
o tango e os boleiros como narrativas urbanas, sentimentais e humanas
Aqui, a dor não é excesso, o drama não é artifício e o silêncio entre os versos também diz tudo.
Tangos clássicos e contemporâneos
Boleiros que atravessam gerações
Grandes intérpretes e vozes menos óbvias
Canções sobre amor, perda, desejo e espera
Comentários precisos, sensíveis e discretos da locutora Correntina
Tudo costurado com referências diretas da paisagem portenha — bares, bairros, madrugadas e histórias que seguem ecoando nas gravações.
A fala é elegante, próxima e sem pressa, com musicalidade e emoção contida. O tom é de conversa ao fim da noite: confessional, atenta e profundamente humana. Correntina não dramatiza — acompanha.
Amantes do tango em suas múltiplas formas
Ouvintes sensíveis à canção romântica
Pessoas interessadas em música, memória e cidade
Quem entende que algumas músicas se sentem antes de se entender
Martini Batido, Não Mexido não é um baile.
Não é um manual do tango.
É um estado de espírito.
Um programa para quem acredita que certas canções não se mexem —
apenas se batem levemente,
até revelar o que estava guardado no fundo do copo.